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Manual de Boas Práticas de Produção Vitivinícola (BPPV)
O Manual de Boas Práticas de Produção Vitivinícola (BPPV) surge no âmbito do Projecto 762 “EnoSafe – Segurança e controlo de qualidade de vinhos: implementação de técnicas rápidas para monitorização e rastreabilidade microbiológica” financiado pelo do Programa AGRO – Medida 8.1., e tem por objectivo sistematizar um conjunto de procedimentos que devem ser aplicados em toda a fileira vitivinícola. Este Manual resulta de uma extensa consulta de documentos idênticos existentes em vários países, bem como da experiência do grupo de trabalho afecto ao projecto, tomando como princípios a legislação comunitária. Encontra-se estruturado como uma lista de verificação, tendo cada empresa que adaptar a implementação destes procedimentos à realidade da sua organização.
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Manual de Fertilização das Culturas
A promoção do uso racional dos fertilizantes continua a ser um dos principais objectivos das actividades desenvolvidas pelo ex-Laboratório Químico Agrícola Rebelo da Silva, assumindo tal objectivo, na actualidade, uma importância particular na salvaguarda da qualidade dos recursos naturais, designadamente do solo e da água. É neste contexto que se insere a reedição do Manual de Fertilização das Culturas, publicado em 2000, em resultado do esforço colectivo de investigadores e técnicos do INIA, que nele incorporaram muita da informação técnico-científica obtida em projectos de investigação por eles levados a cabo, em parceria com outras instituições publicas e privadas, no âmbito de vários programas de IC&DT.
A presente edição deste Manual inclui, para além da informação presente na edição anterior, revista e aumentada, tabelas de fertilização para um número importante de novas culturas, abrangendo, na prática, a quase totalidade das espécies cultivadas em Portugal Continental.
Preço de venda: 10,60 € + despesas de envio
Como adquirir
o Na nossa instituição – INRB, I.P. / UIARN – Tapada da Ajuda–Apartado 3228
1301-903 Lisboa
o Fazendo a sua encomenda por email: infoclientes.uiarn@inrb.pt
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Manual de Campo para Recolha de Informação sobre o Estado Sanitário das Florestas em Portugal Continental
Os inventários de pragas e doenças permitem a avaliação espácio-temporal dos problemas da floresta e contabilizar as perdas em termos de produção. Este conhecimento da situação fitossanitária da floresta evita também que Portugal possa ser um alvo fácil de tentativas de utilização de argumentos fitossanitários para impor restrições à circulação das suas madeiras e outros produtos florestais, disfarçando motivações de natureza comercial.
Assim, definiu-se uma estratégia nacional de recolha de informação sobre o estado sanitário das florestas em Portugal que assenta na rede de parcelas de amostragem (2 km x 2 km) do Inventário Florestal Nacional (IFN), na aplicação de uma metodologia específica de prospecção de sintomas/danos e agentes bióticos e na criação de uma base de dados nacional.
A sua implementação passa pela constituição de equipas de campo com critérios comuns de avaliação e formação específica.
Foi com este objectivo que foi elaborado um MANUAL DE CAMPO onde são definidos os procedimentos que obrigatoriamente devem ser seguidos pelas equipas que fazem o levantamento da informação no terreno.
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Plano Estratégico para Recolha de Informação sobre o Estado Sanitário das Florestas em Portugal Continental
Esta publicação, que uma equipa pluridisciplinar e inter-institucional em boa hora levou a cabo, vem colmatar uma lacuna que há muito se fazia sentir, tornando disponível de uma forma sintética o relevante conhecimento existente em Portugal relativo à Protecção Florestal. De facto, mau grado a volumosa e interessante bibliografia portuguesa sobre esta matéria, desde as publicações mais antigas às mais recentes, não tenho conhecimento de que nenhuma delas tenha o carácter inovador e integrador que esta tem. Com efeito, é hoje consensual o reconhecimento de que os problemas de sanidade das principais essências florestais não podem ser encarados apenas numa perspectiva regional ou nacional mas também a nível internacional, nomeadamente considerando os países comunitários e os de toda a bacia mediterrânica muitas vezes com grande similitude de situações.
Para além do interesse referido é de realçar que esta publicação constitui um interessantíssimo exemplo de como da cooperação entre técnicos e investigadores da mesma área, mas com diferentes valências, resulta uma mais-valia. De facto, para além das competências individuais, que queremos com a maior justiça e satisfação acentuar, a equipa que se formou para realizar este trabalho demonstra as vantagens da Protecção Florestal ser hoje encarada numa perspectiva integrada e interdisciplinar. A formação base dos vários componentes desta equipa (silvicultores, agrónomos, biólogos, geógrafos) foi de facto, quanto a mim, decisiva para o enriquecimento da abordagem através de diferentes olhares.
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Identificação e Monitorização de Pragas e Doenças em Povoamentos Florestais
O Sistema Português de Certificação Florestal tem por base a implementação de uma Norma de Sistemas de Gestão Florestal Sustentável, a Norma Portuguesa (NP) 4406:2005 - Sistemas de Gestão Florestal Sustentável – Aplicação dos Critérios Pan- Europeus de Gestão Florestal Sustentável, publicada em Novembro de 2005.
A implementação de um Sistema de Gestão Florestal Sustentável de acordo com a NP 4406: 2005 implica o cumprimento dos Critérios Pan-Europeus para a Gestão Florestal Sustentável, adoptados na Terceira Conferência Ministerial para a Protecção das Florestas da Europa, e respectivos indicadores, isto é, medidas ou parâmetros quantitativos, qualitativos ou descritivos que, quando periodicamente controlados ou medidos, evidenciam o sentido de mudança de um critério.
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Boas Práticas de Gestão em Sobreiro e azinheira
Constituindo os montados e outros povoamentos de sobreiro e de azinheira cerca de 1/3 da floresta nacional, a política florestal portuguesa não pode deixar de considerar como um dos seus principais propósitos a manutenção e valorização deste tipo tão particular de floresta. Para tal concorre também de forma decisiva o seu indubitável valor ecológico, conferido pela função protectora do coberto arbóreo e pela elevada biodiversidade que sustentam.
Os montados, um tipo peculiar de povoamento florestal, sendo sistemas de produção e não – como alguns poderão julgar – formas evolutivas mais ou menos artificiais do bosque primordial das regiões que hoje ocupam, foram criados, num passado ainda relativamente recente, porque os seus proprietários viram vantagem económica em fazê-lo. Subsistem actualmente porque, apesar das vicissitudes decorrentes da sucessão das eras económicas, continuam ainda a ter interesse na sua manutenção.
A prova da importância dos factores económicos no desenvolvimento dos nossos montados é dada ainda pela estreita correlação entre a evolução da valia económica dos seus principais produtos e o historial do seu crescimento e decréscimo, em que, curiosamente, montado de sobro e montado de azinho parecem ter uma certa tendência para se alternar.
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Variedades de Castanha das Regiões centro e Norte de Portugal
Para a recuperação e valorização das variedades tradicionais de castanha, com vista àconservação dos recursos genéticos endógenos de castanheiro no Norte e Centro de Portugal, propôs-se em 2003, o desenvolvimento do projecto Agro 448, englobando seis parceiros -Estação Florestal Nacional (EFN), Direcção Regional de Agricultura de Trás-os-Montes (DRATM), Direcção Regional de Agricultura de Entre Douro e Minho (DRADEM), Direcção Regional de Agricultura da Beira Interior (DRABI), Direcção Regional de Agricultura da Beira Litoral (DRABL) e Escola Superior Agrária de Viseu (ESAV), com os seguintes objectivos:
-Caracterização nutricional, fenotípica, tecnológica e molecular de variedades tradicionais portuguesas de castanheiro, nas principais regiões de produção de castanha de Portugal, sob jurisdição das diferentes Direcções Regionais de Agricultura participantes: DRATM, DRADEM, DRABI, e DRABL, de modo a poder fornecer aos agentes económicos material certificado para comercialização e ainda obtenção de novos produtos transformados.
-Caracterização fenológica das diferentes variedades das regiões de produção, para aconselhamento aos agricultores quais as variedades cuja sobreposição do calendário floral permite uma polinização cruzada efectiva.
-Acompanhamento dos campos de demonstração de variedades regionais de castanheiro jáinstalados: campo de germoplasma, sob jurisdição da DRATM, campo de porta-enxertos híbridos da Quinta de Sergude em Felgueiras, sob jurisdição da DRAEDM, campo de variedades da Colónia Agrícola de Martim Rei no Sabugal, sob jurisdição da DRABI e da colecção de variedades instalada na Estação Agrária de Viseu, sob jurisdição da DRABL. Nos campos de germoplasma jáexistentes seriam enxertadas novas variedades.
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Estacaria de Pinheiro Bravo
A edição deste Manual de Estacaria tem como único objectivo demonstrar tecnicamente o método de multiplicar plantas de pinheiro bravo por estacaria, baseando-se nos resultados obtidos nos ensaios realizados no âmbito do projecto acima referido. Desta forma, coloca-se ao dispor do profissional do sector uma ferramenta alternativa/complementar para a produção de plantas de pinheiro bravo.
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Manual Ilustrado - Enxertia do Pinheiro Manso
O pinheiro manso (Pinus pinea L.) é uma espécie mediterrânica, cujos povoamentos se situam essencialmente na orla litoral, desde Portugal à Turquia. Em Portugal, ocupa uma área total de 100.311 ha, dos quais 53.544 são povoamentos puros, 30.386 mistos dominantes e 16.381 de povoamentos jovens (DGRF, IFN 2005/6). Existem ainda cerca de 45.066 ha de mistos dominados. Setúbal é o distrito onde se localiza a maior concentração, com particular relevo para o concelho de Alcácer do Sal, sendo aí que se encontram as melhores e maiores produções.
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Condução de Povoamentos de Pinheiro Manso e Características Nutricionais do Pinhão
Um dos objectivos do projecto Agro 945 foi o de determinar as características químicas e moleculares do pinhão nacional, que são publicadas pela primeira vez neste manual. Desta forma é possível uma análise precisa, em caso de adulteração com mistura de pinhões de origem asiática e a sua certifi cação para a criação da DOP. Outro grande objectivo do presente projecto, foi preencher as lacunas existentes na gestão do povoamento de Pinheiro manso, adaptado à produção de pinha, com uma série de boas práticas para a sua correcta gestão, que também são publicadas neste manual.
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Perda de Vigor dos Montados de Sobro e Azinho: Análise da Situação e Perspectivas
Na sequência do Despacho n.º 4044/2003, de 27 de Fevereiro do Ministro da Agricultura, Desenvolvimento Rural e Pescas (MADRP), foi elaborado um Programa de Defesa dos Povoamentos Suberícolas (PDPS). Para execução das acções 4 e 5 da componente Investigação do PDPS – “Síntese e divulgação das recomendações que os Investigadores, com base no trabalho desenvolvido, podem já fazer no sentido de se inverter o declínio dos povoamentos e melhorar a sua gestão”, foi estabelecido, em 18/03/06, um protocolo de colaboração entre a Direcção Geral dos Recursos Florestais (DGRF) e a Estação Florestal Nacional (EFN), organismo do Instituto Nacional dos Recursos Biológicos, I. P. (INIRB, I.P.) para a elaboração de um documento síntese relativo ao estado actual dos conhecimentos sobre a perda de vigor do montado de sobro e azinho, tendo sido fixados objectivos que passam pelo tratamento de informação dispersa pelas diferentes instituições com vista a facilitar a sua acessibilidade e utilização a todos os agentes envolvidos na defesa do montado.
Este documento baseou-se, assim, na análise global das informações recolhidas no âmbito dos diferentes projectos de I&D que têm sido desenvolvidos no nosso país (Anexo II) e que nos foram disponibilizadas. Optou-se por não fazer menção individualizada das diversas fontes de informação recolhidas, considerando-se que esta análise é o resultado do conhecimento gerado globalmente pelas instituições envolvidas. Nalguns casos a informação foi complementada com algum conhecimento internacional, devidamente referenciado, julgado relevante para a compreensão da problemática.
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Handbook of the EU concerted action on cork oak
The HANBOOK of the concerted action FAIR 1 CT 95 0202 intends to summarise the
discussions, methodologies, results and perspectives achieved by this European
Union (EU) financed concerted action, complemented by the funding from the EUDGIA/
B Microaction B7 4100, both co-ordinated by Estação Florestal Nacional,
Portugal.
Beyond the teams from the seven cork oak countries- Algeria, France, Italy,
Morocco, Portugal, Spain and Tunisia- these EU projects have been enriched by the
extensive experience on long living species from Germany and Sweden.
The implementation of the projects has also benefited from the co-operation of
FAO/Silva Mediterranea network "Silviculture of Quercus suber" and from EUFORGEN
Quercus suber network. The dialectic interaction among different backgrounds on
technical and scientific expertise provided a level of genetic research ever before
attained on cork oak.
A network of 17 trials based on common genetic entries that cover the entire area
of cork oak (Quercus suber L.) is the most comprehensive and long lasting output of
the projects, a unique collection of basic material for this species, where various
research lines can find ground.
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A Planta de Framboesa
Morfologis e Fisiologia
Folhas de Divulgação AGRO 556
Nº1
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A Planta de Mirtilo
Morfologis e Fisiologia
Folhas de Divulgação AGRO 556
Nº2
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Framboesa
Tecnologias de produção
Folhas de Divulgação AGRO 556
Nº3 Descarregar Documento 
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Morango
Produção de Outono com Diferentes Materiais de Propagação Vegetativa
Folhas de Divulgação AGRO 556
Nº4
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Ocorrência dos Diversos Inimigos das Culturas de Morangueiro e de Framboesa
Folhas de Divulgação AGRO 556
Nº5
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Framboesa
Qualidade Pós-Colheita
Folhas de Divulgação AGRO 556
Nº6
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Amora
Qualidade Pós-Colheita
Folhas de Divulgação AGRO 556
Nº7
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Mirtilo
Qualidade Pós-Colheita
Folhas de Divulgação AGRO 556
Nº8
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Sequência Cultural Morango Framboesa
Produção Precoce de Morango
Folhas de Divulgação AGRO 556
Nº9
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Manual do Morangueiro
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Melão Tendral
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Small Fruit Production
Small fruit production (strawberry, raspberry, blueberry, blackberry and currants) has a reduced expression in Portugal. The aptitude for the production of these fruits differs from one region to another, especially the ability for off season production. However, in some Portuguese regions small fruit production can be an excellent alternative to traditional fruit crops.
Research Trials, Folha de Divulgação HEF Nº 1, August 2010
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Cork Oak - Technical Guidelines
These Technical Guidelines are intended to assist those who cherish the valuable cork oak genepool and its inheritance, through conserving valuable seed sources or use in practical forestry.
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Manual para a Gestão dos Recursos Micológicos Silvestres do Baixo Alentejo
Este Manual foi elaborado no âmbito do projeto INTERREG IVB SUDOE SOE1/P2/E069 MICOSYLVA, com a coordenação da ADPM - Associação de Defesa do Património de Mértola e a participação de especialistas do INRB - Instituto Nacional de Recursos Biológicos, do Instituto Politécnico de Bragança - Escola Superior Agrária e da Universidade de Évora.
O Manual, apenas editado em versão digital, é composto por três partes onde são apresentadas as características gerais dos fungos e o seu papel no funcionamento dos ecossistemas florestais, uma breve caracterização ambiental do Baixo Alentejo e dos seus recursos micológicos, o conceito de Micosilvicultura e algumas práticas de gestão a implementar na região. Por último, são apresentadas algumas experiências de sucesso na exploração micológica.
Aceder ao documento: http://www.micosylva.com/pms/sites/default/files/Manual%20Baixo%20Alentejo%20-%20Micosylva.pdf
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