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Origem Moscatel de Setúbal, na rotulagem do VLQPRD Setúbal. Conhecida por Muscat d’Alexandrie em França. Conhecida por Moscatel de Málaga em Espanha. Morfologia Extremidade do ramo jovem aberta, com orla carmim e média densidade de pêlos prostrados. Folha jovem acobreada, baixa densidade de pêlos prostrados na página inferior. Flor: Hermafrodita Pâmpano estriado de vermelho e gomos verdes. Folha adulta de tamanho médio, orbicular, com três lóbulos; limbo verde médio, plano, ligeiramente bolhoso; nervuras principais ligeiramente avermelhadas na base; página inferior com baixa densidade de pêlos prostrados; dentes curtos e rectilíneos; seio peciolar fechado, em V, seios laterais abertos em V. Cacho grande, cónico alado, frouxo, pedúnculo longo. Bago obovóide, grande e verde-amarelado; película de espessura média, polpa rija; sabor a moscatel. Sarmento castanho amarelado. Comportamento Abrolhamento: Tardio, 13 dias após a ‘Fernão Pires’. Floração: Tardia, 10 dias após a ‘Fernão Pires’. Pintor: Tardio, 11 dias após a ‘Fernão Pires’. Maturação: Tardia, duas semanas após a ‘Fernão Pires’. Porte semi-erecto. Vigor forte. Produção excessiva diminui o sabor a moscatel. Sensível ao oídio, ao míldio e ao aranhiço vermelho. Fotos MicroSatélites
® As diferenças no tamanho dos alelos são devidas às metodologias laboratoriais. - Almadanim, M. Cecília, M. Margarida Baleiras-Couto, H. Sofia Pereira, Elvira Melo, Eva Valero, P. Fevereiro, J.E. Eiras-Dias, Leonor Morais, Wanda Viegas, M. Manuela Veloso, 2004. Os microssatélites na identificação de variedades de videira. In: Actas do 6º Simpósio de Vitivinicultura do Alentejo 1, 23-29, Évora. - Lopes, M.S., Kristina M. Sefc, J.E. Eiras-Dias, Herta Steinkellner, M. Laimer da Câmara Machado, A. da Câmara Machado, 1999. The use of microsatellites for germplasm management in a Portuguese grapevine collection. Theor Appl Genet 99, 733-739. |
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