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Origem Casta cultivada no Douro. Morfologia Extremidade do ramo jovem aberta, com carmim generalizado de intensidade média, baixa densidade de pêlos prostrados. Folha jovem acobreada, página inferior glabra. Flor hermafrodita. Pâmpano estriado de vermelho, gomos com fraca intensidade antociânica. Folha adulta de tamanho médio, orbicular, subinteira; limbo verde médio, irregular, bolhosidade média; página inferior com baixa densidade de pêlos prostrados; dentes médios e convexos;seio peciolar pouco aberto, com a base em V, seios laterais abertos, em V; nervuras principais com fraca intensidade antocianica. Cacho médio, cónico-alado, com várias asas, compacto, pedúnculo de comprimento médio. Bago arredondado, pequeno e verde-amarelado; película pouco espessa, polpa de consistência média. Sarmento castanho amarelado, quebra como vidro. Comportamento Abrolhamento: Precoce, 1 dia após a ‘Fernão Pires’. Floração: Precoce, 3 dias após a ‘Fernão Pires’. Pintor: Época média, 9 dias após a ‘Fernão Pires’. Maturação: Época média, uma semana após ‘Fernão Pires’. Porte semi-erecto. Vigor elevado. Medianamente produtiva. Possui rebentação múltipla. Sensível ao oídio e à podridão. Fotos
MicroSatélites
- Almadanim, M. Cecília, M. Margarida Baleiras-Couto, H. Sofia Pereira, Elvira Melo, Eva Valero, P. Fevereiro, J.E. Eiras-Dias, Leonor Morais, Wanda Viegas, M. Manuela Veloso, 2007. Genetic diversity of the grapevine (Vitis vinifera L.) cultivars most utilized for wine production in Portugal. Vitis 46 (3), 116-119. |
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