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Origem Os indicadores de variabilidade (CVG de 13,81) e a amplitude de variação do rendimento são baixos, apontando para um estabelecimento bastante recente da casta na região de cultura prospectada. Nestas condições os resultados apontam no sentido de que a população de ‘Touriga Franca’ estabelecida no Douro é de formação recente. Gonçalves, Elsa M.F., 1996. Variabilidade Genética de Castas Antigas de Videira, 76p. Relatório de Fim de Curso, I.S.A., Lisboa. Morfologia Extremidade do ramo jovem aberta, com orla carmim, média a elevada densidade de pêlos prostrados. Folha jovem amarelada com zonas acobreadas, página inferior com média densidade de pêlos prostrados. Flor hermafrodita. Pâmpano ligeiramente estriado de vermelho, gomos ligeiramente avermelhados. Folha adulta de tamanho médio, orbicular, inteira (o que a distingue da ‘Touriga Nacional’, que tem a folha quinquelobada); limbo verde escuro, plano, ligeiramente ondulado entre nervuras, bolhosidade elevada; página inferior com média a baixa densidade de pêlos prostrados e baixa densidade de pêlos erectos; dentes curtos e largos, rectilíneos a convexos; seio peciolar fechado, com a base em V, seios laterais abertos em V. Cacho médio, cónico alado, compacto, pedúnculo de comprimento médio. Bago arredondado, médio e negro-azul; película medianamente espessa, polpa mole. Sarmento castanho amarelado. Comportamento Abrolhamento: Época média, 4 dias após a ‘Castelão’ . Floração: Precoce, 1 dia após a ‘Castelão’. Pintor: Muito precoce, 11 dias antes da ‘Castelão’. Maturação: Época média, uma semana após a ‘Castelão’. Origina mostos menos ácidos que a Touriga Nacional (cerca de menos 3g/L de ácido tartárico). Porte semi-erecto. Menos sensível ao desavinho que a Touriga Nacional. Sensível à podridão cinzenta. Potencial Aroma a ‘esteva’. Adiciona aos vinhos características qualitativas exóticas. |
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