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Origem O coeficiente de variação genotípica do rendimento (CVG de 15,83) permite considerá-la com um nível relativamente elevado de variabilidade genética. Gonçalves, Elsa M.F., 1996. Variabilidade Genética de Castas Antigas de Videira, 76p. Relatório de Fim de Curso, I.S.A., Lisboa. Cultivada na Galiza (Espanha) com o nome de Treixadura. Morfologia Extremidade do ramo jovem aberta, com orla ligeiramente carmim, elevada densidade de pêlos prostrados. Folha jovem amarelada com zonas bronzeadas, página inferior com baixa densidade de pêlos prostrados. Flor hermafrodita Pâmpano ligeiramente estriado de vermelho, com gomos verdes. Folha adulta de tamanho médio, orbicular, sub-trilobada; limbo verde médio, plano, finamente bolhoso, com brilho metálico; página inferior com baixa densidade de pêlos prostrados, com alguns pêlos erectos; dentes médios e convexos; seio peciolar aberto, com a base em U, seios laterais abertos em V. Cacho médio, cilindro-cónico alado, compacto, pedúnculo curto. Bago elíptico-curto, médio a grande e verde-amarelado; película fina, polpa rija. Sarmento castanho avermelhado. Comportamento Abrolhamento: Tardio, 9 dias após a ‘Fernão Pires’. Floração: Tardia, 6 dias após a ‘Fernão Pires’. Pintor: Tardio, 11 dias após a ‘Fernão Pires’. Maturação: Época média, uma semana após ‘Fernão Pires’. Porte semi-erecto. Em certos anos é muito atingida pela podridão. Selecção Possui clones certificados. Trajadura B, clone 86 ISA: Rendimento moderado, excelente teor alcoólico e acidez total média. Trajadura B, clone 87 ISA: Bom rendimento, boa estabilidade ambiental, excelente teor alcoólico e bom nível de acidez total. Trajadura B, clone 88 ISA: Muito bom rendimento e teor alcoólico. Acidez total elevada. Trajadura B, clone 89 ISA: Muito bom rendimento, teor alcoólico moderado e acidez total elevada. Trajadura B, clone 90 ISA: Excelente rendimento, bom teor alcoólico e acidez total elevada. (Antero Martins - Rede Nacional de Selecção da Videira) |
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